POR QUESTÕES PARTICULARES ME VI OBRIGADA A RENUNCIAR A MINHA CANDIDATURA. DE ANTEMÃO AGRADEÇO O APOIO DE TODOS. UM ABRAÇO AFETUOSO.
KÁTIA LOPES
Katia Lopes
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
segunda-feira, 19 de julho de 2010
PÁTRIA MINHA
Vinícius de Moraes
A minha Pátria é como se não fosse , é íntima
Doçura e vontade de chorar; uma criança dormindo
É minha Pátria. Por isso, no exílio
Assistindo dormir meu filho
Choro de saudades de minha pátria.
Se me perguntarem o que é a minha pátria, direi:
Não sei. De fato, não sei
Como, por que e quando a minha pátria
Mas sei que a minha pátria é a luz, o sal e a água
Que elaboram e liquefazem a minha mágoa
Em longas lágrimas amargas.................................
Mais do que a mais garrida a minha pátria tem
Uma quentura, um querer bem um bem
Um libertas quae sera tamen
Que um dia traduzi num exame escrito:
“Liberta que serás também”..................................
Não te direi o nome, pátria minha
Teu nome é pátria amada, é patriazinha
Não rima com mãe gentil
Vives em mim como uma filha, que és
Uma ilha de ternura: a Ilha Brasil, talvez.
Agora chamarei a minha amiga cotovia
E pedirei que peça ao rouxinol do dia
Que peça ao sabiá
Para levar-te presto este avigrama:
“Pátria minha, saudades de quem te ama...”
Assistindo na TV o Especial Sarau Encontros sobre Vinicius de Moraes, senti de repente uma saudade de mim, do tempo em que eu menina pulava corda, brincava de pique, amarelinha, um tempo em que não existia bala perdida, que pedofilia era uma palavra exótica no dicionário.
Vinicius sentia saudades no exílio e nós exilados em nossos apartamentos, condomínios fechados, shoppings porque a rua, a praça, o quintal, "a pátria mais garrida" ficaram na saudade.
A minha Pátria é como se não fosse , é íntima
Doçura e vontade de chorar; uma criança dormindo
É minha Pátria. Por isso, no exílio
Assistindo dormir meu filho
Choro de saudades de minha pátria.
Se me perguntarem o que é a minha pátria, direi:
Não sei. De fato, não sei
Como, por que e quando a minha pátria
Mas sei que a minha pátria é a luz, o sal e a água
Que elaboram e liquefazem a minha mágoa
Em longas lágrimas amargas.................................
Mais do que a mais garrida a minha pátria tem
Uma quentura, um querer bem um bem
Um libertas quae sera tamen
Que um dia traduzi num exame escrito:
“Liberta que serás também”..................................
Não te direi o nome, pátria minha
Teu nome é pátria amada, é patriazinha
Não rima com mãe gentil
Vives em mim como uma filha, que és
Uma ilha de ternura: a Ilha Brasil, talvez.
Agora chamarei a minha amiga cotovia
E pedirei que peça ao rouxinol do dia
Que peça ao sabiá
Para levar-te presto este avigrama:
“Pátria minha, saudades de quem te ama...”
Assistindo na TV o Especial Sarau Encontros sobre Vinicius de Moraes, senti de repente uma saudade de mim, do tempo em que eu menina pulava corda, brincava de pique, amarelinha, um tempo em que não existia bala perdida, que pedofilia era uma palavra exótica no dicionário.
Vinicius sentia saudades no exílio e nós exilados em nossos apartamentos, condomínios fechados, shoppings porque a rua, a praça, o quintal, "a pátria mais garrida" ficaram na saudade.
INFORMAÇÃO
O Plenário aprovou, por unanimidade, a PEC do piso salarial dos policiais dos estados (446/09 e 300/08). A emenda, aprovada em primeiro turno por 349 deputados, resultou de um acordo entre o governo e as lideranças da categoria e precisa ser analisado ainda em um segundo turno antes de ser enviada ao Senado. De acordo com a emenda, uma lei federal definirá o piso salarial dos policiais civis e militares e dos bombeiros dos estados, que passarão a receber na forma de subsídio
terça-feira, 13 de julho de 2010
“Se você é capaz de tremer de indignação a cada vez que se comete uma injustiça no mundo, então somos companheiros”.
KATIA LOPES
Acho que estamos cansados dos discursos de campanha. Texto bonito, fala bonita, mas pouca verdade e pouquíssima ação efetiva.
Sei que não vou mudar o mundo nem o país até porque a minha candidatura é para deputada estadual, mas pretendo espernear muito diante dos absurdos que se comete nesse país e em particular, em nosso estado em nome do povo. Se a função do deputado é legislar, eu quero usar esse direito em nome do que acredito. Penso que a violência contra a mulher atingiu no país níveis alarmantes. No estado do Rio de Janeiro. o Dossiê Mulher 2010, divulgado pelo Instituto de Segurança em maio, revelou que 371 vítimas do sexo feminino foram mortas em 2009. Na maioria dos casos os agressores são parentes ou conhecidos. São 32 mulheres vítimas por mês ou uma mulher morta por dia segundo o Instituto de Segurança Pública. Não bastam as leis, aliás, muito brandas e faltam meios para que essas mulheres, vítimas de agressão possam se prover sem precisar voltar para “as mãos de seus agressores”.
Outro ponto crucial é o descaso do Estado com os nossos idosos. Como não representam mais mão de obra ativa estão abandonados à própria sorte. Não queremos esmolas, mas, medidas traduzidas em leis que devolvam ao idoso respeito, dignidade e auto-estima.
Como psicóloga e atuante na área de saúde no Corpo de Bombeiros, olho para a nossa saúde por dois ângulos, ambos desesperadores. De um lado o profissional de saúde trabalhando com recursos precários e com uma carga horária exaustiva, obrigado a trabalhar em dois ou três empregos para compor uma renda longe do ideal e do justo. Do outro lado, o paciente, exposto a todas as vicissitudes e sem ter a quem recorrer. Eu que já trabalhei em inúmeros hospitais do Rio e da Baixada, vi coisas indescritíveis que não se podem mudar apenas com a boa vontade, mas com leis que se traduzam em atenção com o ser humano e com o dinheiro público.
A Educação também precisa ser vista com outra ótica. Hoje temos professores com formação precária, salários aviltantes, próximos do mínimo, alunos desmotivados em escolas públicas desprovidas de qualquer atrativo que motivem tanto o professor quanto o aluno a permanecer nelas além do tempo “obrigatório”. Um contexto que grita por mudanças. É urgente investir no educador, na escola e na qualidade de ensino do aluno.
Chega de: “Eles fingem que me pagam, eu finjo que trabalho”. Mesmo que de brincadeira essa frase traduz a crueldade a que estão expostos os nossos jovens que dependem do Estado para a sua formação.
E mais: Temos a obrigação de lutar para que tragédias como as da Ilha Grande, em Angra dos Reis, Morro do Bumba em Niterói, Morro dos Prazeres em Santa Teresa não voltem a acontecer. Tragédias há muito anunciadas, se considerarmos que boa parte da população do Estado vive em áreas de risco.
O Partido Verde é de fato e de direito o único Partido Político que busca preservar a natureza a partir da preservação do homem. Por isso a minha escolha e a minha expectativa de conquistar o voto daqueles que compartilham o mesmo princípio e acreditam que é possível trabalhando juntos devolver ao nosso Estado uma qualidade de vida, hoje sucateada.
Kátia Lopes
katia.g4@gmail.com / kclg@hotmail.com / www.flogao.com.br/katiagarcia
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